HORÁRIO DAS MISSAS

Igreja Matriz

Santas Missas:

  • 1ª Sexta-feira do mês
    • 18h - Adoração e Benção do Santíssimo
    • 19h - Santa Missa
  • Dia 16 de cada mês
    • 19h - Santa Missa de Santa Hedviges com Benção do Pão
  • Quartas-feira
    • 19h - Santa Missa com benção dos objetos e da saúde
  • Domingos
    • 10h e 19h - Santa Missa

Nossa Sra. das Graças

Santas Missas:

  • Todos os sábados
    • 17h 30min - Santa Missa

Santa Rita

Santas Missas:

  • Todos os domingos
    • 8h 30min - Santa Missa

AVISOS PAROQUIAIS

*Narcóticos anônimos( NA): todas as sextas, as 19:30 horas, na sala de catequese ao lado da Igreja.

* ALCÓLATRAS ANÔNIMOS (AA) AOS DOMINGOS, ÁS 09 HORAS.  na sala de catequese ao lado da igreja. início em 06/03/2016.

ATIVIDADES NA CASA VIDA

Grupo de Aeróbica - Terças e Quintas das 19:00 ás 20:00

Grupo de Localizada - Segundas e Quartas das 19:00 ás 20:00

informações e inscrições no local e horário das aulas, informações na casa vida ou pelo fone 31012321 ou 30447372.

INSCRIÇÕES PARA AULAS DE VIOLÃO

Aulas: Terças ás 19:00 e sextas ás 10:00, inscrições na casa vida, de segunda á sexta das 9:00 ás 11:30 e das 14:00 ás 17:30.


CURSO DE CABELEREIRO E MANICURE: LOCAL: CASA VIDA SÃO JOSÉ. INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES NA CASA VIDA.

 

 

LITURGIA

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Equipe de liturgia: o que e para quê?

Primeiramente, vale dizer que, para o bom funcionamento de um trabalho, é preciso haver organização. A liturgia não foge à regra, pois necessita de uma equipe de liturgia dedicada, atenta e disposta a servir.

Em segundo lugar, sendo a liturgia uma ação comunitária, pressupõe uma assembléia reunida com uma diversidade de ministérios exercidos por pessoas com dons e carismas distintos e complementares. Por sua natureza comunitária, a liturgia necessita do serviço de equipes que, em nome da comunidade eclesial, planejem sua vida litúrgica, preparem e avaliem as celebrações e qualifiquem os ministros e servidores para eficiente e eficaz desempenho de suas funções.

Supõe trabalho comunitário e participativo na comunidade. A equipe deve ter momentos de reflexão, estudo e ação. A marca registrada da equipe é o serviço dedicado, abnegado, inteligente e gratuito. Uma ação concreta em favor do bem comum, numa verdadeira mística de serviço.

A equipe de liturgia é, então, o coração e o cérebro da pastoral litúrgica da vida da Igreja.

As equipes de liturgia são, em primeira mão, as responsáveis pela pastoral litúrgica. Essa ação eclesial tem por objetivo imediato a participação ativa, consciente e frutuosa dos fiéis na celebração e por finalidade, a edificação do corpo de Cristo mediante a santificação das pessoas e o culto a Deus. Na edificação do corpo de Cristo, a pastoral litúrgica colabora com a edificação de toda a humanidade e da criação inteira. “A celebração litúrgica coroa e comporta um compromisso com a realidade e com a promoção humana.” Isso significa que também os membros da pastoral litúrgica devem visar à transformação do mundo em Reino de Deus.

A pastoral litúrgica é organizada em três setores: o setor da celebração propriamente dito (mais conhecido como pastoral litúrgica), o setor de canto e música litúrgica e o setor do espaço litúrgico e da arte sacra.

A pastoral litúrgica implica ainda cuidados com a preparação, a realização e a avaliação das celebrações, com a formação do povo e dos ministros e também com a organização da vida litúrgica nos vários níveis eclesiais. Esta divisão corresponde, portanto, a um tríplice objetivo da pastoral litúrgica, que é promover celebrações autênticas, a formação litúrgica, a organização da vida litúrgica .

A equipe de liturgia, imbuída da mística de serviço e comprometida com a paróquia, exerce um serviço bem mais concreto e prático: organiza toda a vida litúrgica nas comunidades (celebração eucarística ou da Palavra, celebrações dos sacramentos, sacramentais e outras); garante um processo que atua no conjunto da pastoral da paróquia e na formação litúrgica de todos; acompanha os animadores das celebrações; prepara subsídios de apoio; garante que a equipe esteja a serviço das comunidades; delega representante para formação, prepara as celebrações em âmbito paroquial; providencia para que a liturgia seja dignamente celebrada; imprime a espiritualidade litúrgica nas comunidades, nos movimentos, no presbitério, enfim, não há uma regra única vai depender de cada realidade.

 

As equipes de celebração.

Estas são encarregadas diretamente das celebrações da palavra de Deus, da eucaristia (missas), do batismo, do matrimônio, das exéquias e das bênçãos nas paróquias e comunidades. Dessas equipes, especialmente, fazem parte os leitores, os ministros da sagrada comunhão eucarística, os recepcionistas, os salmistas, os cantores e instrumentistas, os animadores, o comentarista e os ministros que presidem.

Como constituir uma equipe de liturgia.

É necessário fazer a distinção: uma coisa é a equipe que pensa a vida litúrgica da comunidade, outra é a equipe que atua diretamente em uma celebração litúrgica específica. Podemos afirmar que os principais serviços de uma equipe de liturgia são: animação da vida litúrgica, planejamento, coordenação, formação, assessoria e avaliação.

Primeiramente, a equipe deve ser constituída por pessoas que de fato amam e vivem a liturgia. Exige carisma e dom. Exige ainda conhecimento, uma formação básica ou mais aprofundada dependendo de cada realidade, pois a diversidade de carismas e dons enriquece a equipe.

Por uma celebração em que todos participem do mistério da salvação, cujo centro é o mistério pascal de Jesus Cristo.

A liturgia é celebração da história da salvação, que tem como centro e plenitude o mistério pascal de Cristo (cf. SC 5-6).

“Deus quer salvar e fazer chegar ao conhecimento da verdade todos os homens, assim se inicia o número 5 da Sacrosanctum Concilium. Todo o Primeiro Testamento é grande canto e imensa narrativa das ações do Senhor em favor da salvação do povo eleito (= liturgia!). A experiência do êxodo é típica e paradigmática. Deus foi sendo descoberto sempre mais intensamente, sobretudo pelos sábios e profetas, como aquele que, com fidelidade e eterna misericórdia (Sl 135), opera a salvação do povo. Um Deus libertador, solidário, misericordioso, fiel, um Deus perdão, um Deus que ama a vida do seu povo, um Deus que tudo faz para que o povo tenha salvação, isto é, vida plena. Assim, Deus preparou através dos tempos o caminho do evangelho. Então, o jeito de Deus como perfeição da liturgia tornou-se bem claro para nós na plenitude dos tempos, isto é, com Jesus Cristo e o seu mistério pascal. Deus Pai nos prestou este grande serviço: deu-nos o Filho. Aí está a liturgia do Pai que nos oferece o Filho!

É na paixão, morte e ressurreição de Jesus que aparece de maneira acabada a liturgia divina: “Cristo Senhor, principalmente pelo mistério pascal de sua sagrada paixão, ressurreição dos mortos e gloriosa ascensão, completou a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus, da qual foram prelúdio as maravilhas operadas no povo do Antigo Testamento”.

Nascendo do lado aberto de Cristo, do seu mistério pascal, a Igreja, impulsionada pelo Espírito Santo, nunca mais deixou de se reunir para fazer memória desse mistério tão grande, escutando a Palavra e celebrando a eucaristia, na certeza da presença de Cristo, pois ele está presente em sua Igreja, sobretudo nas ações litúrgicas, no sacrifício da missa (na pessoa do ministro) e, sobretudo, sob as espécies eucarísticas, pela sua força nos sacramento e pela sua palavra. O memorial da liturgia divina se dá também nos outros sacramentos, nos sacramentais, nas celebrações da Palavra e em tantas outras celebrações em nome do Senhor. Pela ação ritual, participamos do mistério pascal, que nos faz morrer e ressuscitar, dia a dia, em Cristo.

Nossa vida e história são vida e história de Cristo glorioso, nosso sofrer e vencer são participação na morte e ressurreição de Cristo, na sua páscoa. Somos tocados pelo mistério. A liturgia divina se comunica a nós pela memória que dela fazemos. E como isso se dá? De maneira sensível, a saber, em comunhão com todos os nossos sentidos, valorizando as expressões simbólicas e culturais da comunidade humana que celebra. As ações simbólicas realizam aquilo que significam. Assim, em verdadeiro diálogo amoroso, a comunidade celebrante, corpo místico de Cristo, é santificada e, com profunda gratidão, glorifica o Senhor da vida e da História.

A nossa celebração se tornará sempre mais verdadeira e autêntica se for expressão de uma vida agradável a Deus. Dizendo “sim” a Deus, à sua vontade e à sua obra, e, sobretudo celebrando na liturgia esse nosso “sim” vivido, pois está nos levando a salvação. E dessa forma, antegozando a liturgia celeste, vamos vivendo, celebrando e contribuindo para a transformação do mundo em Reino de Deus, até a vinda definitiva do Senhor Jesus.

 

 

Dízimo é: Ação de graças, solidariedade, partilha, fé e compromisso comunitário.

 

 


Paróquia Santa Hedviges

Rua Santa Hedviges, 517
Alvorada - RS
(51) 3442.7281

 

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